Assunto: 1º Encontro de Danças Para a Terceira Idade da UnATI.Uerj.
Caros Amigos(as)
Dançar é um prática presente em todas as idades, e especificamente na Terceira Idade já é comprovado que proporciona o bem estar pessoal.
E para falar deste tema e de muito mais a Profa. Hélida Lopes – Coordenadora do Projeto de Dança Sênior da UnATI.Uerj, convidou vários Especialistas da área da Geriatria e Gerontologia para participarem do 1º Encontro de Danças Para a Terceira Idade “Olhares e Saberes do Prazer de Dançar a Vida aos Efeitos Terapêuticos” que se realizará no dia 13/10/2010 – 15h – Teatro Odylo Costa Filho – Andar Térreo da Uerj. Confira os detalhes:
UnATI.Uerj Promoverá o 1º Encontro de Danças Para a Terceira Idade “Olhares e Saberes do Prazer de Dançar a Vida aos Efeitos Terapêuticos”
As atividades físicas são de grande importância para a saúde dos idosos. Estas retardam doenças como: Hipertensão, Obesidade e Osteoporose, além de trazerem grandes benefícios para o bem estar pessoal. A dança especificamente proporciona não somente o exercício do corpo, mas também o trabalho da mente, a concentração e a memória.
Inserida dentro deste contexto a UnATI.Uerj, visando sempre a promoção da saúde e o bem estar do idoso, realizará seu 1º Encontro de Danças Para a Terceira Idade “Olhares e Saberes do Prazer de Dançar a Vida aos Efeitos Terapêuticos”, dia 13/10/2010 – 15h – Teatro Odylo Costa Filho – Andar Térreo da Uerj.
Por iniciativa da Coordenação do Projeto de Dança Sênior da UnATI.Uerj, o objetivo do Encontro será focado na troca de opiniões e práticas da dança, no contexto de seus efeitos terapêuticos .
“Esperamos que este 1º Encontro seja um marco na história da Dança na Terceira Idade, e que seus efeitos benéficos sirvam de modelo para nortear o trabalho desenvolvido com pessoas em processo de envelhecimento." Define Hélida Lopes - Coordenadora do Evento e do Projeto de Dança Sênior da UnATI.Uerj.
Serão abordadas as diversas áreas de atuação da Dança, Educação, Geriatria e Gerontologia, priorizando além do aspecto teórico, a prática diária de cada profissional, valorizando assim a interdisciplinaridade.
Participe conosco, todos os eventos da UnATI.Uerj tem entrada franca! Mais informações nos fones 2334.0131/ 2334.0168 ou pelo nosso site www.unati.uerj.br.
Marcos Teodoro
Assessor de Comunicação Social da UnATI.Uerj Matr.26922-5
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Universidade Aberta da Terceira Idade
Tel. 2334.0053/ 2334.0131/ 2334.0168/ 2334.0604/ 9136.9217
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segunda-feira, 11 de outubro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
"Esquecer-se de si, e recordar-se de si"
"O ser humano faz de tudo para esquecer-se de si, para se afastar de si, para se distrair, para se entorpecer ou se anestesiar e não sentir o seu ser mais profundo.
Em vez de beber da divina fonte, ele prefere embriagar-se para esquecer quem é. Em vez de comer para se alimentar e renovar as células do corpo, com a mastigação consciente, prefere encher-se de comida até não poder mais, para preencher aquela incômoda sensação de vazio que não o abandona. Cada vez que sente o buraco, põe alguma coisa na boca para tentar aliviar a dor existencial, os conflitos, esquecer-se dos problemas. Na realidade, quem tem fome é sua alma, não o corpo.
Em vez de uma caminhada saudável na natureza, movimentando o corpo harmoniosamente (porque vida é movimento) e respirando a vida, ele faz aeróbica ou corre para descarregar as tensões, até desmaiar de cansaço, para não pensar ou refletir, isso sem mencionar o desgaste físico provocado por atividades desse tipo. Depois, vai se distrair num 'shopping center', consumir desnecessariamente na tentativa de melhorar a imagem. Ele distrai a mente com objetos externos, com cenários diferentes, luzes, ruídos, agrupamentos, tudo para compensar seus desejos frustrados.
Não bastando, ele entra num cinema para "não ter de pensar", e não para acrescentar experiências de vida ou conhecimento. Para encerrar a noite, ele liga mecanicamente a televisão (em geral, com vibração bem negativa) como barulho de fundo para poder "relaxar e adormecer"... e cair na inconsciência total... fugir do amanhã, da vida e, é claro, de si mesmo.
Recordar-se de si significa estar presente e consciente de si mesmo, da própria essência divina a cada momento, a cada ato ou circunstância do cotidiano. Por exemplo, lavando a louça, deixando a água correr em suas mãos, como se estivesse "lavando a própria alma"; ou cozinhando o sagrado alimento que regenerará suas células; ou regando um jardim com a consciência de preservar a natureza; ou limpando a casa e harmonizando o lar, pensando em eliminar as emoções negativas; ou ouvindo atentamente uma música, ou sentando-se em silêncio - mas sempre uma coisa de cada vez, com 'plena atenção, concentrando-se' no que está envolvido, sem se distrair com outros assuntos que nada tenham a ver com o momento presente. Esse é o próprio ato de criação: não mudar de vida, mas viver uma vida com qualidade. É só na consciêcia do aqui e agora que a mente se aquieta, os pensamentos cessam e dá-se o seu encontro com Deus na totalidade do ser.
"Eu e o Pai somos um" (Jo 10,30). O vazio existencial passou a ser preenchido pela Luz, a Bem-Aventurança, a Pura Felicidade de um Ser auto-realizado na plenitude do seu Silêncio Interior."
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Retirado do livro: "Respirando a Vida - Iniciação para um trabalho de integração corpo-espírito", de Sylvie Lagache, ed. Paulinas, pg. 131/133.
Em vez de beber da divina fonte, ele prefere embriagar-se para esquecer quem é. Em vez de comer para se alimentar e renovar as células do corpo, com a mastigação consciente, prefere encher-se de comida até não poder mais, para preencher aquela incômoda sensação de vazio que não o abandona. Cada vez que sente o buraco, põe alguma coisa na boca para tentar aliviar a dor existencial, os conflitos, esquecer-se dos problemas. Na realidade, quem tem fome é sua alma, não o corpo.
Em vez de uma caminhada saudável na natureza, movimentando o corpo harmoniosamente (porque vida é movimento) e respirando a vida, ele faz aeróbica ou corre para descarregar as tensões, até desmaiar de cansaço, para não pensar ou refletir, isso sem mencionar o desgaste físico provocado por atividades desse tipo. Depois, vai se distrair num 'shopping center', consumir desnecessariamente na tentativa de melhorar a imagem. Ele distrai a mente com objetos externos, com cenários diferentes, luzes, ruídos, agrupamentos, tudo para compensar seus desejos frustrados.
Não bastando, ele entra num cinema para "não ter de pensar", e não para acrescentar experiências de vida ou conhecimento. Para encerrar a noite, ele liga mecanicamente a televisão (em geral, com vibração bem negativa) como barulho de fundo para poder "relaxar e adormecer"... e cair na inconsciência total... fugir do amanhã, da vida e, é claro, de si mesmo.
Recordar-se de si significa estar presente e consciente de si mesmo, da própria essência divina a cada momento, a cada ato ou circunstância do cotidiano. Por exemplo, lavando a louça, deixando a água correr em suas mãos, como se estivesse "lavando a própria alma"; ou cozinhando o sagrado alimento que regenerará suas células; ou regando um jardim com a consciência de preservar a natureza; ou limpando a casa e harmonizando o lar, pensando em eliminar as emoções negativas; ou ouvindo atentamente uma música, ou sentando-se em silêncio - mas sempre uma coisa de cada vez, com 'plena atenção, concentrando-se' no que está envolvido, sem se distrair com outros assuntos que nada tenham a ver com o momento presente. Esse é o próprio ato de criação: não mudar de vida, mas viver uma vida com qualidade. É só na consciêcia do aqui e agora que a mente se aquieta, os pensamentos cessam e dá-se o seu encontro com Deus na totalidade do ser.
"Eu e o Pai somos um" (Jo 10,30). O vazio existencial passou a ser preenchido pela Luz, a Bem-Aventurança, a Pura Felicidade de um Ser auto-realizado na plenitude do seu Silêncio Interior."
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Retirado do livro: "Respirando a Vida - Iniciação para um trabalho de integração corpo-espírito", de Sylvie Lagache, ed. Paulinas, pg. 131/133.
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